domingo, 17 de janeiro de 2010
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Aguarre-me
Não à nada que me faz se sentir melhor, você se foi e meu coração já não existe. Eu vejo que nada faz sentido. Eu me arrependo de tantas ações, às vezes sou fraca. Preciso esquecer a sua mão em minha pele, arrepio o olhar. Eu ando tão solitária, os digo com lagrimas, com meu coração morto, que ainda estou vivendo, eu fecho os olhos, mas tenho tanto medo desse escuro, as sombras me perseguem, por favor, me prometa mais uma vez, não ira me deixar aqui. Eu grito e você não me escuta, eu tento te tocar, é mais um fracasso. O quê irá fazer a tristeza o escuro a solidão está me consumindo com tanta rapidez, queria ter certeza que amanha você vira me busca, e que a mágica acontecerá outra vez. Mais preciso pelo menos te ver nos meus sonhos, sempre, apenas. Venha ser meu anjo, me proteger todas as noites, me agarre e não me solte mais.
Odeio sentir vergonha dos meus textos.
domingo, 30 de agosto de 2009
Naquela noite de inverno.
To modificando ainda
Naquele dia normal como todos, Anna já estava cansada de ajudar sua mãe com as tarefas, decidiu, então ir até a casa de Jon, chegando perto, percebeu que a porta estava aberta, foi até seu quarto e disse-lhe: Jon, está ai ? ao entrar ela viu que ele aparentava estar com frio.
- o que está fazendo aqui Anna, a está hora da noite, já é tarde você precisa ir para casa.
- Não, eu quero fazer trilha hoje – levantou-se e foi até a janela fechou os olhos e sentiu o vento em seu rosto. Depois de alguns minutos, já estava na porta de casa esperando ele, Jon saio, pegou na mão dela e foi até a floresta onde eles fariam a trilha. Ao ir passando pelas flores, e folhas que ao chão caiam.
Ela sentou em um tronco que havia em sua frente, olhando para a lua e as estrelas que tão próximas brilhavam – Olhou bem nos olhos dele e disse – Jon, eu o amo tanto, mais eu nunca tive coragem de dizer isso, mais só agora eu conseguir desabafar esse sentimento tão lindo, o que eu sinto por você, é um grande amor, Jon a respondeu com o mais belo sorriso dos cavalheiros da vila – você não sabe o quanto é bom ouvir isso, eu também te amo, mais você é uma garota de vida nobre e eu sou apenas um filho de jardineiro –
- ela o beijou lentamente com a mão no seu rosto, estava tão feliz por isso.
- ele estava sorrindo, nervoso, mais feliz
Eles começaram a andar de mãos dadas em baixo das arvores, Anna soltou a mão dele e começou a correr, brincando, sorrindo e segurando seu longo vestido, Jon estava a acompanhado, mais Anna foi muito rápido, bateu o pé em uma pedra e caio num buraco que estava apenas segurando num pequeno galho, onde ela havia percebido que não a seguraria por muito tempo, ela olhou para baixo e ficou aterrorizada, que percebeu que provavelmente cairia no profundo buraco. Jon imediatamente com o coração apertado conseguiu pegar sua mão, mais a mão de sua amada estava suada. Não se passava nada em sua cabeça, ele apenas pensava como seria horrível perde seu único amor, Anna estava caindo lentamente.
- Jon, meu amor, solte-me, você vai cair também e não quero morra junto a mim.
- Não, o que está pensando, vamos sair daqui e ficar juntos para todo o sempre.
A mão de Jon não agüentou aquele peso, estava escorregando tanto, ele a soltou sem querer, Anna o olhou com os olhos arregalados e com a mão para ele,
ele gritou: NÃÃÃÃOO...!
Mais só ouviu o barulho, o barulho em que no mesmo momento Anna havia caído, imediatamente, caio lagrimas dos olhos dele.
E quando havia percebido que realmente Anna morreu, ele foi voltando para casa, tão angustiado, se culpando pela morte de Anna. Sentou numa cadeira na frente de sua janela e ficou ali, sério, triste e sem comer, ficou lá durante 20 dias, até morrer, seu pai havia chegado tarde, Jon já estava gelado e seu corpo morto. Mais Jon prometeu a Anna que eles ficariam juntos para sempre. Pois ele sabia que não ia conseguir viver sem ela.
minha primeira história.
Naquele dia normal como todos, Anna já estava cansada de ajudar sua mãe com as tarefas, decidiu, então ir até a casa de Jon, chegando perto, percebeu que a porta estava aberta, foi até seu quarto e disse-lhe: Jon, está ai ? ao entrar ela viu que ele aparentava estar com frio.
- o que está fazendo aqui Anna, a está hora da noite, já é tarde você precisa ir para casa.
- Não, eu quero fazer trilha hoje – levantou-se e foi até a janela fechou os olhos e sentiu o vento em seu rosto. Depois de alguns minutos, já estava na porta de casa esperando ele, Jon saio, pegou na mão dela e foi até a floresta onde eles fariam a trilha. Ao ir passando pelas flores, e folhas que ao chão caiam.
Ela sentou em um tronco que havia em sua frente, olhando para a lua e as estrelas que tão próximas brilhavam – Olhou bem nos olhos dele e disse – Jon, eu o amo tanto, mais eu nunca tive coragem de dizer isso, mais só agora eu conseguir desabafar esse sentimento tão lindo, o que eu sinto por você, é um grande amor, Jon a respondeu com o mais belo sorriso dos cavalheiros da vila – você não sabe o quanto é bom ouvir isso, eu também te amo, mais você é uma garota de vida nobre e eu sou apenas um filho de jardineiro –
- ela o beijou lentamente com a mão no seu rosto, estava tão feliz por isso.
- ele estava sorrindo, nervoso, mais feliz
Eles começaram a andar de mãos dadas em baixo das arvores, Anna soltou a mão dele e começou a correr, brincando, sorrindo e segurando seu longo vestido, Jon estava a acompanhado, mais Anna foi muito rápido, bateu o pé em uma pedra e caio num buraco que estava apenas segurando num pequeno galho, onde ela havia percebido que não a seguraria por muito tempo, ela olhou para baixo e ficou aterrorizada, que percebeu que provavelmente cairia no profundo buraco. Jon imediatamente com o coração apertado conseguiu pegar sua mão, mais a mão de sua amada estava suada. Não se passava nada em sua cabeça, ele apenas pensava como seria horrível perde seu único amor, Anna estava caindo lentamente.
- Jon, meu amor, solte-me, você vai cair também e não quero morra junto a mim.
- Não, o que está pensando, vamos sair daqui e ficar juntos para todo o sempre.
A mão de Jon não agüentou aquele peso, estava escorregando tanto, ele a soltou sem querer, Anna o olhou com os olhos arregalados e com a mão para ele,
ele gritou: NÃÃÃÃOO...!
Mais só ouviu o barulho, o barulho em que no mesmo momento Anna havia caído, imediatamente, caio lagrimas dos olhos dele.
E quando havia percebido que realmente Anna morreu, ele foi voltando para casa, tão angustiado, se culpando pela morte de Anna. Sentou numa cadeira na frente de sua janela e ficou ali, sério, triste e sem comer, ficou lá durante 20 dias, até morrer, seu pai havia chegado tarde, Jon já estava gelado e seu corpo morto. Mais Jon prometeu a Anna que eles ficariam juntos para sempre. Pois ele sabia que não ia conseguir viver sem ela.
minha primeira história.
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